Instruções e Submissão

O 6º Business Tech Congress está aberto a receber manuscritos tecnológicos que propõem soluções inovadoras para problemas das empresas. Nesta edição, uma trilha temática especial convida os autores a voltarem seu olhar para o próprio estado: o Espírito Santo como destino de negócios.

Um produto tecnológico inovador parte das seguintes premissas

  • Suas propostas são úteis e valiosas para profissionais de mercado (reguladores, gestores, investidores, etc.).
  • Suas propostas poderiam ser perfeitamente monetizadas no ambiente produtivo, ou seja, a solução descrita no artigo tem valor de mercado e poderia ser precificada em circunstâncias de prestação de serviços.
  • Suas propostas bebem em conceitos acadêmicos de relevância e qualidade, digerindo o conhecimento acadêmico complexo ao mercado e revelando o potencial da academia para solucionar dores de empresas.

A trilha temática: o Espírito Santo como destino de negócios

A trilha nasce de um movimento concreto no estado: a valorização crescente do investimento e do desenvolvimento local, um senso de pertencimento econômico que se manifesta em iniciativas empresariais, institucionais e culturais capixabas, entre elas o próprio plano de negócios da Fucape Business School, que assume a meta de tornar o Espírito Santo um destino de negócios.

O tema funciona como guarda-chuva: qualquer que seja o tipo de artigo tecnológico escolhido, a submissão à trilha deve endereçar um dos três eixos abaixo.

Eixo 1. Inteligência de clusters e arranjos produtivos. Soluções para os arranjos produtivos capixabas, entre eles o de rochas ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim, o de café de montanha e as cadeias de petróleo e gás e de logística portuária. Exemplos: plataformas e painéis de inteligência de cluster, diagnósticos setoriais comercializáveis, ferramentas de mapeamento e integração de cadeia, índices de competitividade como serviço.

Eixo 2. Atração, retenção e reinvestimento de capital. Soluções que ajudem o estado a reter o valor que gera e a se tornar uma opção visível de destino, endereçando a concentração produtiva e os efeitos inter-regionais que fazem parte do valor escapar do território. Exemplos: plataformas de conexão entre investidores e negócios locais, painéis de retenção e atração de capital regional, ferramentas de inteligência de investimento subnacional, instrumentos de posicionamento do estado como destino.

Eixo 3. Pertencimento, marca territorial e talento. Soluções que meçam e operacionalizem o pertencimento, aquilo que leva um profissional ou investidor a escolher e permanecer no estado. Exemplos: ferramentas de employer branding e marca territorial, diagnósticos de pertencimento e retenção de talento, plataformas que traduzam identidade regional em posicionamento competitivo, instrumentos de mensuração de vínculo organizacional.

Novidades da edição

Prêmio em bolsa de estudo. O melhor artigo tecnológico do 6º Business Tech Congress ganhará uma bolsa de estudos integral para um curso de livre escolha na Fucape Business School, conforme as condições descritas na seção Premiações.

Lightning talk. Além da exposição contínua em totens digitais, cada autor aprovado terá um momento de destaque no palco do lightning talk: um pitch curto para apresentar sua solução ao mercado, aproximando a experiência do congresso da lógica de apresentação de produtos e ampliando as chances de conexão com parceiros, clientes e investidores.

Fast-track para a BBR. Os melhores artigos serão considerados para fast-track na edição especial de artigos tecnológicos da Brazilian Business Review (BBR), periódico editado pela Fucape Business School.

Processo de avaliação

Seleção por times de acadêmicos e de mercado. O artigo tecnológico submetido passa por uma etapa inicial de seleção, o Desk Review, conduzida pelos professores organizadores do evento. Os critérios de seleção inicial referem-se à aplicabilidade ao mercado, ao grau de inovação e ao potencial de monetização do manuscrito. Cabe ao Desk Review também organizar os artigos por clusters de temas.

Aprovado no Desk Review, o artigo segue para avaliação de um time de professores e profissionais de mercado relacionado ao eixo identificado. Se aprovado nessa etapa, o artigo recebe a indicação para apresentação nos formatos Paper Digital e lightning talk.

Na avaliação final, os artigos são avaliados com notas de 1 a 5, que servem de base para a classificação e para as premiações do congresso.

Consideração para o fast-track na BBR. Independentemente da classificação para premiação, os artigos de maior mérito são considerados para o fast-track na edição especial da Brazilian Business Review. Nessa análise, conduzida segundo os padrões do periódico, avalia-se primordialmente a qualidade do texto, com foco na atualidade do tema, originalidade, relevância e consistência teórica, qualidade do referencial, qualidade de redação e organização, contribuição para a área, adequação metodológica, qualidade da análise dos dados (quando aplicável) e coerência das conclusões. A consideração para o fast-track não dispensa o processo regular de avaliação da revista.

Cronograma

Abertura de submissão de artigos: 27 de julho de 2026

Prazo final de submissão de artigos: 21 de agosto de 2026

Resultado do Desk Review (seleção inicial): 04 de setembro de 2026

Resultado final da avaliação (indicação para apresentação): 28 de setembro de 2026

Realização do congresso e apresentações: 13, 14 e 15 de outubro de 2026

Divulgação dos trabalhos considerados para fast-track na BBR: 30 de outubro de 2026

O fast-track dá sequência ao ciclo: os trabalhos considerados seguem para a edição especial de artigos tecnológicos da Brazilian Business Review, com submissão à revista a partir de novembro de 2026, conforme o cronograma próprio da chamada da BBR.

Tipos de Artigos Técnicos e Tecnológicos

A seguir, os sete tipos de artigo tecnológico propostos pelo Grupo de Trabalho da CAPES (2019). O autor escolhe o tipo que melhor se ajusta à sua solução e o aplica a um dos três eixos da trilha.

  1. Recomendação de Soluções de Regulação.
    Foco: recomendação de solução a partir de diferentes perspectivas de órgãos reguladores acerca de um problema específico de mercado. Público-alvo: usuários (órgãos reguladores). Estrutura sugerida: título que anuncie a proposta de resposta; introdução com a problemática, contextualização e relevância, com uso de casos reais; antecedentes e pontos de vista (background) com normatização e evidências empíricas; análise com informações reais que subsidiem os argumentos; recomendação com a proposta de solução.
  2. Consultoria Propositiva.
    Foco: recomendação consultiva de solução específica para problemas vividos nas empresas. Público-alvo: empreendedores, gestores empresariais e públicos. Estrutura sugerida: título que destaque o problema; problema prático das empresas, com motivações e implicações; visão orientada do problema (estudo de caso simplificado ou descrição setorial); transformação do problema em suporte à gestão, com soluções baseadas na literatura e linguagem voltada ao gestor; considerações finais.
  3. Práticas de Mercado.
    Foco: apresentar e desenvolver práticas de mercado, demonstrando sua utilidade para os negócios. Público-alvo: empreendedores, gestores, mídia. Estrutura sugerida: título que apresente a prática; apresentação da prática e suas finalidades; breve revisão de literatura; discussão sobre a operacionalização, com exemplos e resultados; proposta de utilização; conclusões sobre utilidade e desafios.
  4. Novas Estratégias Empresariais.
    Foco: desenvolver a aplicabilidade de novas estratégias em gestão, marketing, recursos humanos, tecnologia ou finanças. Público-alvo: empreendedores, gestores, mídia. Estrutura sugerida: título que apresente a estratégia; origem e conceito; breve revisão de literatura; potenciais aplicações com exemplos reais; discussão sobre a aplicabilidade; recomendações de uso; conclusões.
  5. Análise de Mercado.
    Foco: analisar em profundidade um mercado de interesse para os negócios. Público-alvo: empreendedores, gestores, economistas, órgãos de controle. Estrutura sugerida: título que revele a análise de mercado; descrição histórica do mercado; importância e números atuais; breve revisão de literatura; método de análise e resultados, com estatísticas acessíveis; discussão de potencialidades e desafios com exemplos reais; recomendações para atuação.
  6. Estudo de Caso Propositivo.
    Foco: apresentar um caso particular e propor soluções para o próprio caso ou para a comunidade empresarial. Público-alvo: empreendedores, gestores empresariais e públicos. Estrutura sugerida: título que revele o caso; apresentação do caso e motivações da escolha; situação-problema; breve revisão de literatura; metodologia e resultados; discussão dos achados; proposta de solução; conclusões e desafios de implementação.
  7. Produtos Tecnológicos.
    Foco principal do congresso. Um produto tecnológico aplica conhecimentos científicos à resolução de problemas práticos de mercado; não deve ser apenas descritivo, deve prescrever soluções. Segundo a CAPES (2019, p. 22), trata-se de objeto tangível com elevado grau de novidade, fruto da aplicação de novos conhecimentos científicos e expertises da pós-graduação, usado diretamente na solução de problemas de empresas ou na prestação de serviços à população, visando o bem-estar social. Entre os tipos reconhecidos estão: empresa ou organização social inovadora (por exemplo, startups); processo, tecnologia ou material não patenteáveis; relatório técnico conclusivo; tecnologia social; norma ou marco regulatório; patente; produtos ou processos em sigilo; software ou aplicativo; base de dados técnico-científica; curso para formação profissional; material didático; e produto bibliográfico na forma de artigo técnico ou tecnológico.
Produto
Detalhamento
Empresa ou Organização social (inovadora)
Uma nova empresa ou organização social formada com base em produto, serviço ou processo tecnológico desenvolvido por docentes e/ou discentes no âmbito do programa de Pós-graduação, e.g., Startups, OSCIPS, associações sem fins lucrativos.
Processo/Tecnologia e Produto/Material não patenteáveis
Produtos e/ou processos tecnológicos que, por impedimentos legais, não apresentam um mecanismo formal de proteção em território brasileiro, incluindo quaisquer ativos de propriedade intelectual, e.g., Novos processos de gestão documentados, novas técnicas de desenvolvimento de lideranças sistematizadas.
Relatório técnico conclusivo
Texto elaborado de maneira concisa, contendo informações sobre o projeto/atividade realizado, desde seu planejamento as conclusões. Indica em seu conteúdo a relevância dos resultados e conclusão em termos de impacto social e/ou econômico e a aplicação do conhecimento produzido, e.g., Relatórios de consultorias e assessorias técnicas.
Tecnologia social
Método, processo ou produto transformador, desenvolvido e/ou aplicado na interação com a população e apropriado por ela, que represente solução para inclusão social e melhoria das condições de vida e que atenda aos requisitos de simplicidade, baixo custo, fácil aplicabilidade e replicabilidade, e.g., Técnicas alternativas de produção, projetos de organizações comunitárias.
Norma ou marco regulatório
Diretrizes que regulam o funcionamento do setor público e/ou privado. Tem por finalidade estabelecer regras para sistemas, órgãos, serviços, instituições e empresas, com mecanismos de regulação, compensação e penalidade, e.g., Marco regulatório em educação, energia, saúde, telefonia, internet, transporte, petróleo e gás, organizações da sociedade civil, norma regulamentadora em segurança e saúde no trabalho ou de prevenção de riscos ambientais.
Patente
Título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação, e.g., Patentes de invenção, patentes de modelo de utilidade.
Produtos/Processos em sigilo
Bens físicos/tangíveis obtido por combinação de ideias, que possam ser materializados ou produzidos por um determinado processo de fabricação, destinados ao uso restrito e comprovado por meio de declaração de sigilo, e.g., Novos processos de fabricação documentados, novos processos de gestão empresarial sistematizados.
Software/Aplicativo
Conjunto de instruções ou declarações a serem usadas direta ou indiretamente por um código-fonte, desenvolvido em alguma linguagem de programação, e.g., Programa de simulação, software de pesquisa operacional, softwares de gestão, aplicativos educacionais.
Base de dados técnico-científica
Conjunto de arquivos relacionados entre si com registros sobre pessoas, lugares ou coisas. São coleções organizadas de dados que se relacionam de forma a criar algum sentido (Informação) e dar mais eficiência durante uma pesquisa ou estudo, e.g., Banco de dados de indicadores gerenciais; Acervo de notificações.
Curso para formação profissional
Conjunto de conteúdos estabelecidos de acordo com as competências requeridas pela formação profissional, em conformidade com os objetivos do programa de Pós-Graduação, e.g., Formação contínua de profissionais/gestores de organizações públicas e privadas, oferta especial para profissionais vinculados aos projetos de pesquisa.
Material didático
Produto de apoio/suporte com fins didáticos na mediação de processos de ensino e aprendizagem em diferentes contextos educacionais, e.g., Material impresso como livros didáticos e paradidáticos, coleções e jogos educativos, material audiovisual como fotografias, programas de TV e Rádio, material em novas mídias como ebook, plataformas e aplicativos de celular.
Produto bibliográfico na forma de artigo técnico/tecnológico
Artigo publicado em revistas voltadas para campos específicos do conhecimento, geralmente relacionadas com o conhecimento tecnológico, mas que apresentam como foco o mercado, diferenciando assim das revistas cientificas, as quais buscam divulgar o progresso científico, e.g., Publicação em periódicos e seções tecnológicas.

Fonte: CAPES (2019). Relatório de Grupo de Trabalho – Produção Técnica. Acesso em: abril de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/10062019-producao-tecnica-pdf

Formato das sessões

Os artigos aprovados serão apresentados em formato Paper Digital, composto por dois momentos complementares ao longo da programação do congresso.

No primeiro, os trabalhos ficam expostos em totens digitais distribuídos no salão do evento, organizados em mapas mentais que sintetizam a solução proposta. Os participantes circulam livremente pelos totens, consultam as soluções de seu interesse e interagem diretamente com os autores presentes.

No segundo, cada autor aprovado realiza um lightning talk: um pitch curto, de até 5 minutos, apresentado no palco do lightning talk. Diferente da leitura tradicional de artigos, o pitch deve comunicar de forma objetiva o problema de mercado endereçado, a solução proposta e seu valor de aplicação, despertando o interesse da plateia e direcionando os participantes aos totens para aprofundamento. O formato privilegia a clareza, a capacidade de síntese e a demonstração do potencial prático da solução.

Em conjunto, os dois momentos garantem ao autor visibilidade contínua (totens) e um espaço de destaque no palco (lightning talk), aproximando a apresentação da lógica de mercado que orienta o congresso e ampliando as oportunidades de conexão com potenciais parceiros, clientes e investidores.

Premiações

Certificado de reconhecimento acadêmico-tecnológico.

O melhor artigo de cada eixo temático receberá um certificado de reconhecimento acadêmico-tecnológico, que identifica o trabalho, seus autores e o eixo em que se destacou. O certificado atesta a distinção conferida pela avaliação do congresso e constitui registro formal do mérito da solução apresentada.

Prêmio em bolsa de estudo.

O melhor artigo tecnológico do 6º Business Tech Congress, desde que efetivamente avaliado com nota máxima (5) pelos pareceristas, será contemplado com uma bolsa de estudo integral para um curso de livre escolha na Fucape Business School. A bolsa é válida para matrícula efetivada até outubro de 2027 e está sujeita às condições abaixo.

A bolsa é integral e destina-se a um único autor. No caso do artigo premiado possuir mais de um autor, caberá aos próprios autores definir, de comum acordo, a quem a bolsa será direcionada, e a Fucape Business School não intervém nessa escolha nem se responsabiliza por eventuais divergências entre os coautores.

A premiação em bolsa fica condicionada à obtenção da nota máxima (5) no processo de avaliação. Caso nenhum artigo submetido ao congresso alcance essa nota, a Fucape Business School reserva-se o direito de não conceder a bolsa naquela edição, sem que isso gere qualquer obrigação de compensação. Havendo mais de um artigo avaliado com a nota máxima, a coordenação do congresso, em conjunto com a comissão avaliadora, definirá o artigo vencedor.

Formato do Artigo Científico

Os melhores artigos científicos submetidos ao B-Tech 2024 serão considerados para fast track na Brazilian Business Review. A avaliação considera, primordialmente, a qualidade científica do texto, com foco nos seguintes aspectos:

  • Atualidade do tema
  • Originalidade do trabalho
  • Relevância e consistência teórica do texto para o desenvolvimento da área de conhecimento
  • Qualidade do referencial teórico utilizado
  • Qualidade de redação e organização do texto
  • Contribuição do trabalho para o conhecimento da área em que o artigo se insere
  • Metodologia utilizada: adequação e qualidade
  • Qualidade da análise e discussão dos dados (se for o caso)
  • Conclusões: consecução, fundamento e coerência

O material deve ser preparado seguindo os itens abaixo. Os manuscritos que não estiverem em conformidade com estas instruções podem ser devolvidos ao autor para ajustes ou até mesmo rejeitados. O documento não deverá conter identificação. Todos os autores devem estar cadastrados no site, mas não informados no texto. Não serão feitas alterações de autoria após a submissão

  • Fonte Times New Roman 12, espaçamento 1,5, margens superior e esquerda: 3 cm, inferior e direita: 2 cm.
  • Número de palavras, incluindo título, resumo, texto, referências e ilustrações: entre 6.000 e 8.000 palavras para artigos teórico-empíricos
  • Deve-se adotar as normas da American Psychological Association (APA), 7ª edição, para formatação de citações e referências. Não devem ser utilizadas as expressões Id., Ibid., Op. cit., Loc. cit. ou similares. O Online Writing Laboratory (OWL) da Purdue University provê um guia conciso com exemplos
  • As ilustrações, tais como figuras, quadros e tabelas devem ser elaboradas segundo as recomendações de estilo da American Psychological Association (APA), 7ª edição, sempre em preto e branco, juntamente com legendas, créditos, fonte e notas (quando aplicável). Caso haja ilustrações importadas de outros programas, como o Excel e Power Point, enviar também o arquivo de origem. O Online Writing Laboratory (OWL) da Purdue University provê exemplos.
  • Notas de referência e explicativas devem ser evitadas. As notas estritamente necessárias devem ser numeradas seqüencialmente no corpo do texto e inseridas no final do texto, antes das referências

O número de autores de artigos é limitado a quatro.

O artigo deve conter, sempre que possível: a. objetivos; b. revisão da literatura; c. metodologia; d. resultados e discussão; e. conclusões, limitações, recomendações de natureza acadêmica e prática; f. referências; e g. apêndices e anexos. Se aplicável, os procedimentos éticos adotados na pesquisa devem ser descritos no último parágrafo da seção Metodologia, fazendo menção ao número do protocolo de aprovação por Comitê de Ética em Pesquisa

Resumo

Um resumo geralmente aparece separado do artigo, portanto deve ser independente. No mínimo, o resumo deve indicar, de forma clara e breve, o objetivo da pesquisa, os principais resultados e as principais contribuições. As referências devem ser evitadas, mas, se necessário, você pode citar autores e anos. Siglas não-padrão e abreviaturas incomuns também devem ser evitadas, mas se essenciais, devem ser definidas no próprio resumo.

Metodologia

A seção de metodologia deve ser clara o suficiente para permitir a replicação da pesquisa. O desenho da pesquisa deve ser descrito em detalhes, explicando as escolhas metodológicas que você adotou e por quê. Caso a pesquisa tenha análises estatísticas, por favor, observe o item a seguir.

Introdução

A introdução deve enfatizar a contribuição incremental de sua pesquisa. Mantenha o uso de citações num nível mínimo, usando apenas o estritamente necessário para motivar a pesquisa, e destacar e esclarecer os seus resultados e contribuições.

A introdução não deve conter um parágrafo listando as seções do artigo. A sua introdução deve obrigatoriamente expor (a) objetivo, (b) motivação, (c) métodos, (d) resultados e (e) contribuições da pesquisa, de forma clara e sucinta. A falta de qualquer um desses elementos faz com que o seu trabalho tenha uma chance muito alta de reprovação, já que a sua introdução não conseguirá responder a três questões fundamentais (Grant & Pollock, 2011):

(1) Quem se importa? Sobre o que é a sua pesquisa? Como ela é útil, por que ela é importante?

(2) O que sabemos, o que não sabemos, e daí? O que foi encontrado até o momento, o que ainda não foi? Como a sua pesquisa se encaixa neste contexto?

(3) O que aprendemos? O que a sua pesquisa traz? Como ela avança o nosso conhecimento?

Análise estatística (se aplicável

Todos os métodos estatísticos devem ser descritos com detalhamento suficiente para permitir que um leitor devidamente treinado com acesso aos seus dados faça uma verificação cruzada dos seus resultados.

Qualquer tratamento dos dados, como transformações, recodificação, mudança de escala, normalização, truncamento, winsorização, remoção ou modificação de valores deve ser abertamente divulgado e justificado. As unidades de medida devem ser fornecidas para todas as variáveis.

Os autores devem fornecer uma visão completa e transparente dos resultados, para que as conclusões estejam apoiadas pelas análises estatísticas apropriadas e as limitações do estudo sejam claramente discutidas.

Baixe aqui o modelo em Word do Business Tech Congress